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Funcionário recebe intimação policial para cantor Eduardo Costa (Raquel Freitas/G1)

Cantor Eduardo Costa é intimado a depor em Belo Horizonte

Policiais civis foram até a casa do cantor Eduardo Costa, no bairro Bandeirantes, na Região da Pampulha, na manhã desta quarta-feira (8), para intimar o sertanejo a prestar depoimento. Segundo fontes ligadas à investigação, uma suposta ameaça ao cantor Clayton, da dupla Clayton & Romário, é apurada.

Como Eduardo Costa não estava em casa, a intimação foi entregue a um funcionário pelos policiais da Delegacia Adjunta ao Juizado Especial Criminal. O homem não soube dizer se o cantor está na capital mineira. O sertanejo deve prestar depoimento no dia 15 de janeiro.

Em seguida, os policiais seguiram para casa da família do cantor Clayton, que fica na orla da Lagoa da Pampulha. Como não havia ninguém neste endereço, a intimação não pode ser entregue.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no dia 23 de dezembro, Clayton estaria sendo ameaçado por Eduardo Costa e pelo irmão dele, Weliton Costa. Mensagens teriam sido enviadas ao celular de Romário, irmão de Clayton.

Segundo o relato feito aos policiais, Eduardo não estaria aceitando o relacionamento de Clayton com uma ex-namorada dele.

Outras investigações

Em 2018, o cantor Eduardo Costa foi apontado como suspeito de estelionato em um inquérito que investiga a venda de uma casa no balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio, no Sul de Minas, avaliada entre R$ 6,5 milhões e R$ 7 milhões. Segundo a polícia, o sertanejo negociou o imóvel com um casal em troca de uma casa na Região da Pampulha, na capital mineira.

Na época, ele prestou depoimento no Departamento Estadual de Investigação de Fraudes, em BH, e negou aos jornalistas qualquer tipo de crime. Pelo menos nove testemunhas foram ouvidas sobre este caso.

O advogado do casal que comprou a casa do sertanejo pediu, ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) o afastamento do delegado responsável pelo inquérito. A defesa deles também pediu que o cantor Marrone, da dupla Bruno & Marrone, fosse ouvido na Justiça, no processo envolvendo o cantor sertanejo.

No mesmo ano, ele foi parte em um processo que apurava suspeita de crime contra a fauna, também em Capitólio. O cantor teria mantido em casa três pássaros silvestres, conforme Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) registrado pela Polícia Civil.

G1

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