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Governo apresenta Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, mas ainda sem data definida

Conexão Brasília com o jornalista Olho Vivo Edmar Soares
Panorama Político

— Brasília, 17 de dezembro
— Vetos: A negociação para aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias incluiu deixar para 2021 mais de 20 vetos presidenciais, entre os quais os do Marco do Saneamento, que se for colocado em votação será derrubado, segundo o Globo. Hoje, o Congresso vai analisar um pedido de crédito para cobrir obrigações com organismos internacionais.
— Teto: O grande teste para a regra fiscal será no próximo ano, pois o governo não possui base que lhe permita aprovar as reformas estruturais para a retomada do crescimento, conforme o colunista Ribamar Oliveira, do Valor.

— Vacinação: O governo apresentou seu Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, mas ainda sem data definida. De acordo com o documento, 350 milhões de doses estão sendo negociadas e, na primeira etapa do plano, 51 milhões de brasileiros serão vacinados. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, votou por restrições a quem se recusar a ser vacinado.

— Agenda: A Câmara aprovou o texto-base da medida provisória que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia, ajudar concessionárias e reorganizar o setor nuclear. O Senado votou o projeto que prevê pagamento por serviços ambientais .
— Agenda 2: Hoje, os deputados tem na pauta o projeto que libera recursos de fundos, o novo Marco do Mercado de Câmbio, o que cria fundos de investimento para o setor agropecuário, a MP que insere o Brasil no consórcio global para acesso a vacinas Covid-19, o que dispõe sobre o auxílio financeiro aos estados para a aquisição destes imunizantes e a regulamentação do Fundeb.

— Congresso: O MDB decidiu lançar candidato a presidência do Senado, mas sem decidir um nome. Na Câmara, o Republicanos retirou pré-candidatura em favor do líder do Centrão, Arthur Lira, e a oposição pode apresentar um nome para ser analisado pelo bloco do presidente da Casa, Rodrigo Maia.
— Recesso: Sem acordo, o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, disse ontem que “provavelmente” o recesso parlamentar de janeiro será mantido. Porém, Maia ainda tenta pautar uma parte da Reforma Tributária na semana que vem.

Edmar Soares

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